terça-feira, 22 de setembro de 2009

Eterna florista


"Nos climas ásperos, a árvore que o inverno despiu é novamente enfolhada pela primavera, essa eterna florista que aprendeu não sei onde e não esquece o que lhe ensinaram."

Machado de Assis

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Comunicação virtual

Comunicar num contexto virtual é uma missão que exige um cuidado especial com a linguagem e com a estética. É necessário atrair visualmente o leitor e simplificar de tal modo a linguagem que esse conjunto -- texto e imagem -- seja capaz de exercer atração em meio aos vários estímulos do cotidiano e assim haja interesse em continuar "folheando" cada página na tela do computador. Sinal dos tempos!!! Tempos que exigem menos desperdício e cada vez mais consciência quanto à sustentabilidade do meio ambiente, ou seja, economia de recursos (especialmente se esses recursos significam árvores...).

Comunicar sempre é diferente de informar. A comunicação tem "algo mais", porque não é a simples transmissão de um fato, notícia ou idéia. Comunicar pressupõe certa sintonia com o interlocutor, um tipo de empatia, de se colocar no lugar do outro para que ele compreenda a mensagem e assimile os conceitos transmitidos.

A comunicação eficaz traz em si consideração pelo "receptor", seja ele leitor, ouvinte ou expectador, porque pressupõe que é necessário muito respeito para conquistar espaço e também ser respeitado em meio a essa verdadeira enxurrada de fatos com os quais convivemos. Selecionar o que é mais importante, sintetizar as informações, traduzir termos técnicos e tornar a linguagem acessível e interessante são ingredientes para uma comunicação eficaz.

Nestes tempos virtuais, muitas empresas estão optando por jornais eletrônicos, até porque é crescente o número de pessoas acostumadas com a linguagem dos computadores. Seja impressa ou eletrônica, no entanto, a missão de comunicar não pode abrir mão de valores como ética e compromisso com a verdade. Sem esses atributos não se pode transmitir nada que seja digno de confiança.

A importância da mente na cura do corpo


"Por pior que se apresente o seu estado ou por mais deficiente que você seja, há em seu interior uma força poderosa que pode sempre curá-lo ou pelo menos melhorar sua situação. Por mais isolado que você se sinta, o seu ser superior está sempre por perto, disposto a ser seu melhor amigo. Sabendo disso, não precisamos sentir-nos isolados, medrosos ou desamparados. Nosso poder de cura existe em cada músculo do corpo, em cada célula do cérebro, em cada fibra nervosa, em cada vaso sanguíneo.
Nascemos com o poder de curar-nos e só precisamos redescobri-lo. Encontrar esse poder é como abrir um armário e achar aquilo que estávamos procurando em toda parte. Estivera o tempo todo ali, mas não o tínhamos percebido. Buscamos em toda parte a cura das nossas doenças, sem compreender que uma força dentro de nós possui a infinita capacidade de curar o corpo. A moléstia só existe quando ignoramos esse poder curador.

Ao contrário da concepção da doença como algo ruim, descobrimos que ela também tem o seu lado positivo. É um indicador do estado da pessoa e seus sintomas são uma clara indicação do uso que ela faz do corpo. A cura verdadeira exige conscientização e hábitos saudáveis. Toda pessoa que padece de uma moléstia precisa descobrir o modo de chegar à causa. Sempre há uma razão para seus problemas, uma causa para seus sintomas e um modo de resolvê-los".

Meir Schneider, no livro Uma Lição de Vida, que estou lendo e recomendo para todos os cabeças duras que esquecem do poder latente que tudo cura!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Priorizar o autoconhecimento

Lama Gangchen Rinpoche nos aconselha a dedicar 50% do tempo de nossa vida para nosso desenvolvimento material, isto é, para o mundo externo, e 50% para o desenvolvimento espiritual - o autoconhecimento e o cultivo de nosso potencial interior. Ele ressalta que o ideal seria dedicarmos 100% para o espiritual, mas, devido às condições atuais de sobrevivência material, já tão difíceis, é um grande passo saber reconhecer e unir estes dois lados.

Rinpoche nos ensina que o segredo está em deixar de ver estes dois desenvolvimentos como processos distintos entre si. Afinal, mesmo que envolvam práticas diferentes, um influencia o outro. Ao ouvi-lo neste dia, refleti como as demandas externas prevalecem facilmente sobre as internas.

Ao priorizar o mundo externo em detrimento do interno, atropelamos nossas necessidades internas, pois sem tempo de nos interiorizarmos, deixamos de ver com clareza como e por que agimos numa determinada situação. Desta forma, nossas ações serão sempre reações, e, portanto, não serão escolhas. Aliás, se elas forem baseadas no medo, correrão mais risco de serem errôneas!

Por que será tão difícil priorizar o processo de interiorização? Por que temos a tendência a fazer um esforço extra para entrar em contato conosco mesmos?

Creio que, além do forte fato de não termos aprendido como fazê-lo, a introversão é vista por nossa sociedade como um sinal de isolamento e reclusão. Ela constantemente nos convoca a nos movermos em vez de de parar e nos observarmos. Dedicar-se ao autoconhecimento parece tão difícil quanto nadar contra a corrente!

É muito bom nos conhecermos. Eu diria mais, é um alívio! Conhecer-se não quer dizer ter uma atitude narcisista, isto é, dar uma maior importância a si mesmo, deixando de ser empático com os outros. Conhecer-se significa tornar-se responsável por suas próprias atitudes e direção de vida.

Tal percepção de nós mesmos é um processo constante, afinal, estamos sempre em transformação. Mas, como se conhecer?

Aqui vai uma dica: eleja um tema, algo sobre si mesmo que você percebe que precisa entender melhor. Os desafios diários são intermináveis. O autoconhecimento não pode diminuí-los. Nenhuma filosofia de vida é capaz de detê-los. Mas se não aprendermos a surfar nas ondas do medo estaremos sempre nos afogando. Creio que a forma de manter a cabeça fora d'água pode ser um ótimo tema!

Bel Cesar - terapeuta, dedica-se ao atendimento de pacientes que enfrentam o processo da morte. Autora dos livros Viagem Interior ao Tibete, Morrer não se improvisa, O livro das Emoções e Mania de sofrer (Ed. Gaia).

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Ética

A ética do jornalista é a mesma do carpinteiro: fazer bem feito, no prazo estabelecido; não mentir sobre o material empregado.

Claudio Abramo

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Hare Krishna!

"Aquele que Me vê em tudo e vê todo o Universo em Mim, dele Eu nunca estarei separado, nem ele nunca estará separado de Mim. Este iogue para sempre estará ligado a Mim porque, ancorado na unidade divina, seja qual for o seu modo de vida exterior neste mundo, sabe que Eu permeio tudo o que existe.
Óh Arjuna, o mais perfeito dos iogues é aquele que sente pelos outros, seja na tristeza ou no prazer, do mesmo modo como sentiria por si mesmo".

Bhagavan Krishna, no Bhagavad-Gita
Dia 15, a Self Realization Fellowship realizará a homenagem das flores, em comemoração a Lord Krishna.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Pérolas Divinas, esses cancerianos!



"A ti Câncer, atribuo a tarefa de ensinar aos homens a emoção. Minha idéia é que provoques neles risos e lágrimas, e a plenitude dos sentimentos. Para isso Eu te dou o Dom da Família, para que tua plenitude possa se multiplicar.”

(Martin Shulman)

Empatia, sensibilidade, proteção, amabilidade. Possessividade, apego ao passado, instabilidade.
O signo de câncer representa a interiorização de emoções e sentimentos. Com ele podemos apender a ser mais sensíveis, poéticos e comprometidos. É o primeiro signo do elemento água. Simboliza o mergulho no lado mais psíquico e interno do ser humano.
No elemento água tocamos a alma, todas as sensações são fortemente presentes, não mais o impulso animado do elemento Fogo, a praticidade do elemento Terra ou a racionalidade do Ar. Este signo regido pela Lua vive flutuações de humor, suas opiniões variam conforme a mudança da maré. Outros assuntos vinculados ao Caranguejo são: família, passado e memória, que auxiliam na criação de bases sólidas para se estruturar. Seus relacionamentos afetivos e sociais carregam sempre esta marca de compromisso e responsabilidade.

Câncer está vinculado à idéia de nutrir e cuidar. Busca conforto e segurança dentro de estruturas já conhecidas. Normalmente evita confrontos diretos e agressivos, preferindo uma atitude recolhida e defensiva. Os ambientes íntimos e aconchegantes os deixam mais tranquilos, afinal sentem-se abrigados dentro de si, na sua própria concha.

Tímidos, se preocupam com o futuro, mas têm sempre com um pé no passado. São românticos, doces e carinhosos. Estão sempre prontos a proteger aqueles que lhe são queridos. Por conta de sua natureza protetora é o signo associado à maternidade, ao aconchego familiar.

(Essas informações estão no Boletim "Céu da Semana" editado pela astróloga kármica, Nádia Oliveira, que me inspirou a dar mais alguns passos no caminho do auto-conhecimento. Valeu, Nádia).

Alguns cancerianos famosos: o poeta chileno Pablo Neruda, os músicos Raul Seixas e Gilberto Gil, a pintora mexicana Frida Kahlo e os apaixonantes Dalai Lama e ... Guto Romero Colombo, meu neto lindo que nasceu dia 23 de junho de 2009, ascendente gêmeos, lua em câncer. Olha só a foto!